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sexta-feira, fevereiro 9

DEPUTADOS REAGEM RAPIDAMENTE PARA RESPONDER À CRISE CAMBIAL

Uma reunião convocada emergencialmente pelo deputado Tarcísio Zimmermann (PT) reuniu dezenas de deputados de diversos partidos na sala da Comissão de Orçamento da Câmara hoje à tarde. Os parlamentares debateram sobre as conseqüências da crise cambial que está afetando seriamente diversos setores exportadores, como calçadista, têxtil, moveleiro e de agronegócios.
Apesar das medidas compensatórias específicas adotadas pelo Governo Federal ao longo dos últimos dois anos, como a abertura de crédito subsidiado, os parlamentares entendem que a atual política monetária implantada pelo Banco Central está prejudicando direta e seriamente o desenvolvimento dos setores exportadores, sobretudo àqueles intensivos em mão-de-obra e à agricultura, e também aos direcionados ao mercado interno que sofrem forte competição com os produtos importados.
A reunião dos deputados resultou na indicação de formação de uma Comissão Geral para tratar do assunto. A proposta foi imediatamente encaminhada ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, que se comprometeu a realizar a Comissão Geral ainda no mês de fevereiro. Através deste expediente, a política cambial passará a ser tema de debate de toda a Câmara de Deputados e discutida em plenário.
"Lamentavelmente, todo o esforço do Governo em relação ao PAC pode ser posto a perder, exatamente por causa da outra face que nunca conseguimos controlar neste Governo: a política monetária implantada pelo Banco Central. Uma Comissão Geral da Câmara de Deputados é a maneira mais forte que temos para pressionar o Governo a iniciar um processo urgente de mudanças na política cambial, pois estão em jogo milhares de empregos por todo o Brasil e a própria estabilidade econômica do País", declarou o deputado Tarcísio.

segunda-feira, fevereiro 5

PREFEITO DESIQUILIBRADO AGRIDE CIDADÃO EM SÃO PAULO

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PFL), expulsou aos gritos e empurrões, em um evento de inauguração, um senhor que aguardava atendimento odontológico na Assistência Médica Ambulatorial (AMA) na manhã desta segunda-feira (5). (assista aqui)Aos berros e empurrões e bastante alterado, o prefeito de SP expulsou o homem do hospital.Kassab estava na unidade de Pirituba, na Zona Norte, quando um homem,acompanhado pelo filho de 7 anos protestava contra a má qualidade do atendimento . Ainda não viu o vídeo do prefeito descontrolado? Não?
A prefeitura e o prefeito de São Paulo, estuda um meio para abrir processo......contra o prefeito? NÃO.....é contra o homem que foi agredido e expulso da unidade de sáude, pelo prefeito. Não acredita? Veja aqui o vídeo no Jornal Nacional.

BLOQUEIO ECONÔMICO CONTRA CUBA COMPLETA 45 ANOS

O prejuízo econômico direto causado ao povo cubano pela aplicação do bloqueio ultrapassa 82 bilhões de dólares, com uma média de 1.782 milhões de dólares anuais. A exigência da Assembléia Geral da ONU para se pôr um fim ao bloqueio, incluída em quinze resoluções adotadas com o apoio quase unânime dos estados membros das Nações Unidas, têm sido ignorada sistematicamente pelo governo dos EUA...Leia mais

As Cartas vão continuar?

Depois de enviar uma carta à governadora Yeda Crusius, o vice Paulo Feijó está esperando a resposta da solicitação de audiência com a governadora, más a governadora esperava explicações por carta. E já disse em entrevista no CP que Paulo Feijó foi desleal. Confira a carta da discórdia na integra:


"Excelentíssima Senhora, Yeda Rorato Crusius - Governadora do Estado do Rio Grande do Sul
- Prezada Governadora - Ao cumprimentá-la cordialmente. venho, através desta carta, abordar um assunto que considero da maior importância. Em conversa que tivemos, no dia 15 de dezembro de 2006, com a presença do futuro secretário Nelson Proença, no centro de treinamento da PROCERGS, tive a oportunidade de expor a vossa excelência que não lhe pediria cargos e também que não indicaria nomes para estatais ou secretarias em nosso governo. Apenas gostaria de ter a minha opinião considerada em relação a eventuais indicações que me parecessem não ser as ideais para fomentar o desenvolvimento responsável no nosso Estado. E a possibilidade da permanência do Sr. Fernando Lemos na presidência do Banrisul muito me preocupa. A questão é muito séria.
O fato é que não podemos arcar com o ônus de manter na direção do Banco do Rio Grande do Sul uma pessoa que muito em breve pode ter sua conduta questionada publicamente, manchando a imagem do nosso governo. Se, ao contrário, firmássemos a palavra empenhada em campanha, colocando na Presidência do Banrisul um técnico, funcionário de carreira, estaríamos afastando o risco de um escândalo desnecessário e ganhando, com certeza, a confiança dos servidores públicos. O nosso governo só teria a ganhar e a sociedade gaúcha teria um Banrisul administrado de forma mais responsável e eficiente. Paulo Afonso Girardi Feijó, Vice-Governador do Estado do Rio Grande do Sul”.

domingo, fevereiro 4

AÇÃO HUMANA É PRINCIPAL RESPONSÁVEL PELO AQUECIMENTO GLOBAL

O cenário do aquecimento global traçado pelo relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), divulgado nesta sexta-feira (2) em Paris, é considerado preocupante tanto para ambientalistas, comunidade científica, como para os governos de países emissores de gases de efeito estuda (GEE). O aumento da temperatura do planeta entre 1,8oC e 4oC até o final deste século é um fenômeno inevitável e as suas conseqüências climáticas já são sensivelmente percebidas. O estudo do IPCC aponta a ação humana como sendo a maior responsável pelo aquecimento do planeta. “Concentrações atmosféricas globais de dióxido carbônico, metano e óxido de nitrogênio tem aumentado notavelmente como resultado das atividades humanas desde 1750 e por muito excedeu os níveis pré-industriais”, descreve o relatório. Segundo o IPCC, o aumento global das taxas de dióxido de carbono se deve principalmente ao uso de combustível fóssil, ou seja, o petróleo.Segundo o estudo, o aquecimento climático é uma certeza e é evidente a partir das observações de aumento das temperaturas do ar e dos oceanos, devido ao derretimento de neve e gelo.veja mais aqui Carta Maior

MP PEDIRÁ À SABESP EXPLICAÇÕES SOBRE DOAÇÃO A IFHC

O Ministério Público vai requisitar à Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) informações sobre a doação de R$ 500 mil feita pela empresa, controlada pelo governo paulista, ao Instituto Fernando Henrique Cardoso, ONG criada pelo ex-presidente tucano.
Responsável pela investigação aberta na semana passada, o promotor Saad Mazloum quer saber a identidade dos autores do pedido e em que instância da empresa a doação foi aprovada. Em 2006, quando o dinheiro foi repassado ao iFHC, a estatal era presidida por um tucano, Dalmo Nogueira Filho, e o governo do Estado era comandado pela aliança PSDB-PFL. A doação foi revelada por Terra Magazine (leia aqui).

sábado, fevereiro 3

GOVERNADOR DE MINAS, AÉCIO NEVES, PAGA US$ 269 MILHÕES DE DÍVIDAS DA REDE GLOBO

Conforme noticiado pelo Novo Jornal, o governador Aécio Neves na montagem de um esquema capaz de alavancar sua candidatura à Presidência da República vem utilizando, sem qualquer fiscalização, o patrimônio público de Minas Gerais. Isto porque tem contado com a omissão de parte da Assembléia Legislativa e da alta direção do Ministério Público mineiro.Após utilizar-se das ações da Copasa, conforme matéria publicada pelo Novo Jornal em 19 de dezembro de 2006, intitulada “Aécio vende Copasa e investe no Rio”, transferindo para a empresa Capital Group International Inc., pertencente ao mesmo grupo econômico da Editora Abril e Folha de S. Paulo R$ 800 milhões em ações da Copasa agora através da Cemig monta a empresa RME – Rio Minas Energia Participações S/A, sem qualquer autorização legislativa para compra da concessionária de energia carioca Light, transferindo para os fundos credores da Rede Globo, GMAM Investment Founds Trust I, Foundations For Research, WRH Global Securities Pooled Trust, um crédito em ações de US$ 269 milhões, através do pagamento feito a maior que a quantidade de ações adquiridas na Bovespa pela RME – Rio Minas Energia Participações S/A, na operação de compra. Este detalhe só é percebido se verificado o constante na folha 4 - II do parecer nº 06326/2006/RJ da Secretaria de Acompanhamento Econômico, do Ministério da Fazenda, que analisou e aprovou a transação. Lá consta que a RME-Rio Minas Energia Participações S/A adquiriu 75,40% da Light, embora tenha comprado e pago 79,57%, inclusive é esta a quantidade de ações constantes nas atas da Cemig que autorizaram a compra assim como é informado no próprio site da Light.Esta diferença aparece apenas como uma operação (escrituração no pregão da bolsa) e só foi possível devido a diferença entre avaliação patrimonial da empresa (valor real com deságio) e o valor pago.Trata-se, mais uma vez, da utilização da desonesta operação do “pagar a maior”, algo vulgarmente utilizado pelas empresas particulares para esconder ou desviar lucros, onde compra-se nota fria. Na compra da Light pela RME – Rio Minas Energia Participações S/A a contabilidade da operação da bolsa maquiou a fraude. Neste caso específico foram utilizados profissionais conhecidos no mercado de capitais pelo alto conhecimento neste tipo de jogada.veja aqui

sexta-feira, janeiro 26

CRÔNICA DE UMA QUIMERA


Estava eu no jardim brincando com meu netinho ...
- Goool! – grita o pequeno, entusiasmado. Mais uma vez, a bola acertara bem no cantinho da minha goleira improvisada – Está 10 a um, vovô! – vibra o garoto orgulhoso por estar derrotando o ancião da família. Eu, no alto dos meus 65 anos, divirto-me mas me sinto cansado devido ao esforço e às limitações físicas impostas pela idade "avançada". Mas não perco o rebolado e tento acertar a goleira dele mais uma vez.
- Isso não vai ficar assim, vou empatar! Pega essa!
Putz... meu chute foi totalmente impreciso e fraco. Algum tempo depois, a vantagem do meu neto só aumentara. Definitivamente, era chegada a hora de dar um tempo no jogo. - Vamos sentar um "bocadinho"? Vovô cansou... – sugiro.
O guri põe a bola embaixo do braço um pouco contrariado, talvez pensando que, dando uma trégua ao "humilhado" avô, o jogo pudesse recomeçar logo, logo. Sentou-se ao meu lado em silêncio, enquanto eu tentava recuperar-me do esforço, totalmente ofegante. Saquei da sacola os "apetrechos" do meu inseparável chimarrão e comecei a sorver, devagarinho, curtindo o líquido quente que saciava a minha sede e, aos poucos, recompunha minha sanidade física. Ficamos ali, em silêncio por alguns deliciosos instantes, quando o guri, com sua característica curiosidade, perguntou:
- Vovô, de onde veio o chimarrão?
A pergunta me surpreendera e, após pensar um pouco, recuperei, lá do baú da memória, a lenda do chimarrão. Comecei a narrar-lhe a história que eu ouvira há muitos anos atrás.
- A lenda da Erva–Mate conta que um velho guerreiro guarani vivia triste em sua cabana, pois já não podia mais sair para as guerras, nem mesmo para caçar e pescar. Ele vivia sozinho com sua linda filha, Yari, que o tratava com muito carinho. Yari jamais casara pois fazia questão de permanecer na casa do pai para melhor cuidá-lo e dedicar-lhe todas os cuidados e atenção.
Dei uma pausa nas palavras e, com inevitável satisfação, percebi que meu neto estava completamente compenetrado em cada sílaba que eu pronunciava. Crianças são assim, adoram ouvir uma história nova... Mais um gole de chimarrão e retomei, com entusiasmo, o relato que absorvia todos os sentidos da minha platéia solitária...

- Um dia, Yari e seu pai receberam a visita de um viajante que passava por aquelas bandas. Como era de costume, acolheram o andarilho para um pernoite na sua humilde cabana, dispensando a ele os melhores cuidados. A jovem cantou para que o visitante adormecesse e tivesse um sono tranqüilo, entoando um canto suave e triste. Ao amanhecer, o viajante confessou ser enviado de Tupã e disse que, para retribuir-lhes a hospitalidade, atenderia a qualquer desejo dos dois, mesmo o mais remoto. O velho guerreiro, sabendo que sua jovem filha não se casara para não abandoná-lo, pediu que lhe fossem devolvidas as forças, para que Yari se tornasse livre. O mensageiro de Tupã entregou ao velho um galho de árvore de Caá, ensinando-lhe a preparar uma infusão que lhe devolveria todo o vigor. Transformou, ainda, Yari na deusa dos ervais e protetora da raça Guarani, sendo chamada de Caá-Yari, a deusa da erva-mate. E assim, a erva foi usada por todos os guerreiros da tribo, tornando-os mais fortes e valentes. Quando os espanhóis por aqui chegaram, encontraram os índios guaranis dóceis e receptivos, já então utilizando uma bebida que sorviam em cabaças por meio de um canudo, preparada com folhas de uma árvore nativa da região – chamada cáa – dizendo que esta lhes havia sido dada pelo deus Tupã. De imediato, os espanhóis adquiriram o hábito e passaram a tomar o chimarrão, desde os soldados até os oficiais, sem distinção de classes sociais. E aqui, no Rio Grande do Sul, o tradicional chimarrão tornou-se um salutar hábito, símbolo da hospitalidade do gaúcho, que o oferece sempre a qualquer visitante. É bebido assim – mostrei-lhe a cuia – um uma cuia onde depositamos um pouco de erva-mate já moída e de onde sorvemos o líquido (água quente sem ferver), através de uma bomba de metal.
- Más vovô, isso se toma assim, segurando um guardanapo?
Interrompeu o garoto, com cara curiosa.
- Não, meu filho. Isso é uma outra história...
Enchi mais uma vez a cuia e, antes de retomar o relato, bebi alguns goles da bebida para retomar o fôlego, como que para "amaciar" as palavras que me sairiam da boca.
- Em 2006, os gaúchos elegeram uma paulista para governar o nosso Estado. Esta mulher usava um lenço para saborear o chimarrão. Este gesto, que em princípio causou estranheza em todo o pampa, passou a ser adotado pela classe média e logo, logo se espraiou por todas as classes, até se incorporar à nossa tradição...
O menino, de olhos arregalados, parecia não entender como uma "estrangeira" poderia ter sido a responsável por mudar, em tão pouco tempo, uma tradição arraigada na cultura da sua terra e cultivada com tanto orgulho pelo seu avô.
- Me conte mais uma pouco sobre essa mulher, vovô?
Refleti um pouco e decidi ser um pouco mais cuidadoso com as palavras
- Bom, ela era paulista, a primeira mulher e a primeira paulista a eleger-se governadora desse nosso maravilhoso Estado. No começo, ela se enrolou um pouco com nossas tradições, a ponto de afirmar, em rede nacional de televisão, que "pantalha" era uma vestimenta gaúcha.
O garoto riu. Até ele, na sua tenra idade, não entendia como alguém poderia chamar a estrutura que compõe os abajures de vestimenta? Também ri, mas continuei.
- Durante a campanha eleitoral, esta mulher negava com veemência a proposta de aumentar impostos para enfrentar a crise financeira do Estado. À época, ela qualificava essa idéia como própria de um "velho jeito de governar". Porém, depois de eleita, a primeira decisão dela, mesmo antes de assumir o cargo de governadora, foi propor o aumento de impostos. Graças a Deus, os deputados derrotaram a intenção da governadora e vetaram-lhe a iniciativa. Mas a mulher, destemida, não descansou. Resolveu reduzir em 30% os investimentos em todas as secretarias. Não conseguiu pagar os servidores públicos em dia. Também vendeu nosso Banco Estatal, que em governos anteriores fora tratado como "orgulho dos gaúchos". Esta mulher decepcionou a todos os gaúchos que lhe haviam depositado sua confiança. Mas isso não é tudo. Depois, ela...
- Amor! Acorda! Acorda que está na hora!
Fui surpreendido pela mão de minha mulher que me sacudia e me dava leves tapinhas no ombro... Então, tudo não passara de um sonho? Cadê a criança que me chamava de avô? E o chimarrão que eu estava a saborear agora mesmo? Estou confuso... Toco no meu rosto e vejo que minha pele ainda é relativamente lisa. Olho para as mãos. Sim, são as mesmas que me acompanham há 26 anos.
Meio tonto, ergo-me da cama e tateio no criado-mudo em busca do meu telefone celular. Encontrei-o... Ufa! Que alívio! Ainda estamos em 2007. Era apenas um pesadelo...
Ou não?

quinta-feira, janeiro 25

U2 VERTIGO

Para quem gosta...E Sabe o Real significado dessa banda...

IPARCIALIDADE DA IMPRENSA


Doações Jornalísticas
E por falar em doações, consulta ao site do TSE revela que a empresa Folha da Manhã doou R$ 42.354,30 para a campanha de Paulo Renato Costa Souza (PSDB), em 27/10/2006: "Informações prestadas pelo doador FOLHA DA MANHÃ S/A CPF/CNPJ 60579703000148 para o(s) candidato(s) abaixo: Valor total das receitas R$ 42.354,30 Candidato Partido - UF Data Valor Tipo PAULO RENATO COSTA SOUZA PSDB - SP 27/10/2006 42.354,30 Recursos de pessoas jurídicas" Paulo Renato também declarou R$ 80.406,30 de despesas com a Folha, a título de "publicidade por jornais e revistas".

Basta uma consulta ao site (http://www.tse.gov.br/sadSPCE06F3/faces/careceitaByDoador.jspou http://www.tse.gov.br/sadSPCE06F3/faces/cadespRecList.jsp).

Cabem as seguintes perguntas: Por que a Folha fez doação a um candidato?
Por que a doação foi feita às vésperas do segundo turno, quando a campanha para deputado federal (caso de Paulo Renato) já havia sido decidida quatro semanas antes?
Quais os critérios utilizados pelo jornal na escolha de Paulo Renato?
Que garantias o jornal, tão cioso de sua independência e de sua linha pluralista, dá de que a doação não influencia o conteúdo editorial?

segunda-feira, janeiro 22

A TUCANA E O PAPAGAIO


Quem achava que os ânimos do vice-governador Paulo Feijó iriam serenar, estava muito enganado. A língua afiada do vice continua a talhar a carne do governo Yeda. No ultimo domingo 21, Paulo Feijó concedeu entrevista ao Jornal NH, onde mais uma vez soltou o verbo contra o “Novo jeito de governar”, fizeram parte do repertório frases como: “...Eles nunca administraram uma carrocinha de cachorro-quente, nunca administraram a carrocinha de pipoca da esquina.”, Ao ser questionado pela reportagem sobre sua opinião em relação aos secretariado ele lascou, “Não fui ouvido sobre nenhuma secretaria. Então, não vou fazer críticas. Agora, o discurso foi um, a prática tem sido outra.”. Com relação ao jeito da governadora, “Desde a campanha a governadora sempre foi centralizadora.”. Por tudo que já foi dito pelo vice-governador em relação ao governo Yeda, esse governo promete... Vai ser sofrido para o povo gaúcho, mas as discussões entre o Papagaio e a Tucana não vai ser nada enfadonho... (hehehe).

INCLUSÃO DIGITAL DEMOCRATIZA A EDUCAÇÃO


O secretário de educação a distância do Ministério da Educação, Ronaldo Mota, em entrevista ao Conversa Afiada nesta sexta-feira, dia 19, que hoje não é possível pensar em educação sem pensar em inclusão digital (clique aqui para ouvir).
Segundo Mota, a educação se torna mais democrática com a inclusão digital nas escolas. Ele disse que é preciso fazer com que “os setores menos favorecidos tenham um acesso privilegiado”.

Por isso, a prioridade do governo em 2007 é acelerar o Proinfo Rural, o programa de digitalização das escolas do campo. “Porque é no campo onde existe a maior dificuldade da inclusão digital”, disse Mota.

Para Ronaldo Mota, outro fator que ajudará na inclusão digital é a implementação da TV digital interativa na educação básica. “TV digital interativa poderá representar para a educação, especialmente a educação básica um avanço muito grande”, disse o secretário.

Nesta semana, o BNDES dobrou o volume da linha de financiamento do programa “Computador Para Todos” (clique aqui).

quinta-feira, janeiro 18

A FOTO DIZ COMO ELA VAI NOS TRATAR...


OS CORTES
Corte de 30% de custeio: Foi declarada uma possível economia de R$ 450 milhões, mais R$ 8 milhões nos CC´s totalizando R$ 458 milhões. Trata-se de algo fácil de dizer mas quase impossível de ser feito. Despesas constitucionais em Saúde e Educação são vinculadas à receita e não podem ser legalmente diminuídas. Outras secretarias, como a Segurança, já trabalham com recursos mínimos. Os números apresentados indicam, até o momento, que os recursos orçamentários dos outros Poderes estão incluídos no corte, o que não tem validade legal, pois seus recursos estão destinados no Orçamento. Esta é uma medida que só poderia ter sido implantada quando das discussões sobre a Proposta Orçamentária, relatada pelo PSDB, na Assembléia. O governo eleito preferiu calar à época. Assim, muito desta suposta “economia” dependerá da vontade dos demais Poderes e não da governadora. A busca pela equalização do déficit deve ser feita de forma racional; a despesa está longe de ser a única forma de alcançá-la. O governo apenas procura aparentar dureza, alardear o caos e conseguir adesão ao tipo de política vista na época do governo Britto, de triste memória.

Implantação do Regime de Caixa: No que tange ao Executivo essa medida tem pouco alcance, caso refira-se aos recursos destinados aos outros Poderes.

Centralização de dívidas: O objetivo de fazer novos contratos e economizar até 30% é apenas uma carta de intenções. Não se sabe se isso será possível, depende da natureza de cada contrato e da eventual disposição dos credores em negociar.

Transparência Orçamentária: O governo Olívio pôs tanto o orçamento quanto sua execução à disposição da sociedade na internet. A Lei de Responsabilidade Fiscal é um dos marcos legais da administração pública, segui-la nada mais é do que cumprir a legislação.
Suspensão de gastos ordinários por 100 dias: É uma medida irresponsável. Irá penalizar os contratados pelo Estado bem como desmantelar no curto prazo a prestação de serviços públicos.

BANRISUL EM PERIGO


Alguém ainda duvidava do Novo Jeito de Governar?
O Banrisul devia servir de ferramenta para incentivar o desenvolvimento econômico e social com geração de empregos e renda. Más neste governo esse não vai ser o papel do Banrisul. Acompanhando os fatos noticiados na mídia gaúcha damos conta que está prestes a acontecer o que em campanha alertávamos, a Privatização do Banrisul. Hoje na Página 10 de Zero Hora mais uma vez temos evidências que comprovam o que estou falando. Com o titulo "Banrisul pode ser a salvação" "Ainda não é oficial, mas na lista de alternativas para equilibrar as contas do Estado está a abertura do capital do Banrisul, com a venda de até 49% das ações. Defensor da federalização, o vice-governador Paulo Feijó acha que dificilmente um banco privado se interessaria por comprar o Banrisul se não puder assumir o controle e a gestão: -Para vender uma parte tem que fazer plebiscito. Por que não propor logo a privatização, que pode render muito mais e resolver o problema do Estado?"

quarta-feira, janeiro 17

FORUM NA ÁFRICA

Em um país cercado pelos conflitos da Somália, Etiópia e Sudão, as tensões da guerra serão parte do próximo FSM.

Neste inicio de 2007, um país e uma região africana em conflito estão no imaginário dos movimentos sociais e altermundistas que participarão de mais uma jornada do Fórum Social Mundial. Situado no leste africano, o país que em janeiro receberá ativistas de todo mundo é banhado pelo Oceano Índico e cercado por uma vizinhança tensa e famosa.Na fronteira norte do Quênia, sede do encontro, está a Etiópia, que no final de 2006 mobilizou suas tropas para defender o governo transitório de outro país, a Somália, vizinha nordestina do Quênia. O governo não é aceito por uma grande parcela islâmica dos somalis.
A Etiópia foi à guerra na Somália com o apoio da União Africana, contra os Tribunais Islâmicos que detinham o controle de toda parte sul do país vizinho, incluindo a capital, Mogadiscio. Estes tribunais, por sua vez, têm apoio de outro país do Corno da África, a Eritréia, e, segundo os Estados Unidos, do líder da Al Qaeda, Ayman Al-Zawahiri.De acordo com a BBC, Al-Zawahiri teria apeladoaos muçulmanos vizinhos (do Egipto, do Sudão e do Maghreb Árabe), em entrevista ’a TV Al Jaazera, para que participem de uma Guerra Santa (Jihad) na Somália contra o governo e seus apoiadores.As cortes islämicas (11 ao todo, reunidas na UCI - União dos Tribunais Islâmicas em 2006), defendem a volta da lei tribal islâmica Sharia e estão enfraquecidas desde a invasão das tropas etíopes.O Quênia, no meio do caminhoA guerra está acontecendo agora e o palco de possíveis negociações entre apoiadores do governo Somali é o Quênia, país que também sediou a formação do governo provisório em 2004. Enquanto delegações dos quatro continentes se organizavam para o VII FSM, o país anfitrião recebia em Nairóbi, neste início de janeiro, representantes da Etiópia, Estados Unidos, União Africana e do governo transitório da Somália, para tratar de uma força de paz africana que substitua as tropas etíopes.Mais algumas semanas são previstas pelo primeiro ministro etíope, Meles Zenawi, até que suas tropas sejam substituídas pela força de paz. Em outras palavras, não existe um prazo para que a invasão recém iniciada da Somália termine. Ou que cessem os confrontos com a resistência islâmica.Nesse intervalo ocorrerá o FSM, pela primeira vez tão perto dos conflitos sangrentos envolvendo questões étnicas e culturais, com a miséria e a globalização como panos de fundo. Quase na divisa com o Quênia está Kismayo, cidade reduto dos islâmicos agora tomada pelo exército etíope. A saída é o país vizinho, embora o Quênia tenha fechado as fronteiras e comece a mandar de volta para o inferno, para horror do resto do mundo, levas de refugiados(as) , a maioria mulheres e crianças.
A memória de um genocídio
O grupo de nações em conflito constituem, acima do Quênia, a área geográfica que tem a forma de um chifre de rinoceronte, daí o nome da vizinhança explosiva. Ela fervilha com mais de uma guerra. Ao lado da Etiópia, a noroeste do Quênia, está o Sudão, que atravessa dias não menos dramáticos, com nada menos que 2,5 milhões de habitantes desabrigados, procurando refúgio dentro e fora do país. A tragédia vem de alguns anos, enquanto a ONU decidia se o que estava ocorrendo lá era ou não genocídio. O fato é que mais de 200 mil pessoas foram dizimadas na região da capital, a cidade de Darfur, desde 2003. A população africana negra acusa até hoje as milícias árabes, chamadas Janjaweed e apoiadoras do governo sudanes, de junto com este terem promovido tal genocídio.Agora, muitos habitantes desalojados procuram saida pelo Jade e pelo Quênia. Por isso, populações desabrigadas em decorrência de conflitos étnicos, além de todas as outras causas conhecidas para a falta de moradia nos países pobres, constituem uma realidade com a qual o FSM vai se deparar bem de perto. No final do ano passado, os conflitos no Sudão recomeçaram, também sendo motivo de uma proposta de intervenção militar por forças de paz da ONU.Abaixo do Sudão, à oeste do Quênia, está Uganda, cujo parlamento já aprovou a inclusão de tropas na força africana para a Somália. Ninguém ao redor do Quënia está livre da tensão da guerra que ameaça toda a região.
Heranças tristes
Compreender um pouco melhor o resultado de um coquetel explosivo formado pelo confronto entre militarismos e fundamentalismos, em um cenário de abandono e miséria, é um dos desafios do FSM. Mas a interferência externa está entre as principais causas das guerras religiosas e étnicas que hoje se desenrolam naquela região da África.Fora a participação ocidental na formação dos governos transitórios que depois se voltaram contra parcela da população, como foi o envolvimento dos EUA na origem do governo sudanês que acabaria perseguindo e matando africanos(as) negros(as), existe a herança deixada pela colonização européia."O Quênia, enquanto país, é uma construção política decorrente de sua colonização britânica, iniciada durante o século XIX e somente terminada em 1963", explica o queniano Samwel Kamau Githiru, que estudou no Brasil nos anos 90. Essa colonização foi responsável pelas fronteiras hoje conhecidas e que foram feitas, como ele explica, "com o intuito de dividir etnias aliadas e unir rivais. Assim, sua população se enfraqueceria entre disputas internas e os colonizadores teriam maior facilidade em explorar suas riquezas naturais". Hoje, a preocupação so Ocidente está no risco de ver a Somália transformada em um estado islâmico. Ou, simplesmente, fora de controle.

ENQUANTO ISSO NA TERRA DA CRATERA TUCANA...


Construtoras do Buracão deram R$ 1,7 mi para comitê de Serra
Três das cinco construtoras que integram o Consórcio Via Amarela doaram, juntas, R$ 1,7 milhão para a campanha de José Serra (PSDB) ao governo do Estado.O consórcio realiza as obras da linha 4-amarela do metrô. O custo total do projeto é estimado em R$ 3,5 bilhões. Somente a primeira etapa, que contempla seis das 11 estações, está estimada em R$ 1,9 bilhão.A construtora OAS repassou R$ 1 milhão para a campanha do tucano. A Camargo Corrêa doou R$ 400 mil. A construtora Norberto Odebrecht, R$ 300 mil. O comitê financeiro da campanha de Serra arrecadou, no total, R$ 26,7 milhões.Formam ainda o Consórcio Via Amarela as construtoras Queiroz Galvão e Andrade Gutierrez -as duas não fizeram doações à campanha do atual governador.

E AGORA JOSÉ?


Estatal Paulista doou R$ 500 mil a instituto de FHC
O Instituto Fernando Henrique Cardoso, ONG criada pelo ex-presidente tucano com a ajuda de grandes empresários, foi contemplado no ano passado com uma doação de R$ 500 mil de uma empresa estatal do governo paulista, que no período 2003-2006 foi comandado por Geraldo Alckmin (PSDB) e Claudio Lembo (PFL).
O dinheiro saiu da Sabesp - então presidida por outro tucano, Dalmo Nogueira Filho - e foi direcionado para um projeto de conservação e digitalização do acervo do instituto, conhecido pela sigla iFHC.A Sabesp é uma das sete empresas que, até o final do ano passado, haviam doado R$ 2.095.000,00 para o projeto de preservação e digitalização do acervo do iFHC, com incentivos fiscais da chamada Lei Rouanet - as contribuições podem ser descontadas do Imposto de Renda.
as relações da Sabesp com políticos do PSDB não constituem propriamente uma novidade. No ano passado, reportagens da Folha de S.Paulo revelaram que a estatal patrocinou uma edição da revista Ch'an Tao, do acupunturista do então candidato à Presidência Geraldo Alckmin - o tucano foi assunto de capa e apareceu em 9 das 48 páginas da publicação.
A estatal também destinou R$ 1 milhão de sua verba publicitária para uma editora e um programa de TV do deputado estadual Wagner Salustiano (PSDB). O Ministério Público abriu uma investigação sobre o eventual uso de empresas do Estado para beneficiar aliados de Alckmin na Assembléia Legislativa.

Mais Detalhes

domingo, janeiro 14

Governo dos EUA sabia de torturas no Brasil


Embaixador detalhou violações dos direitos humanos, mas sua prioridade eram os ganhos na venda de equipamento militar. "Negar assistência não faria com que o Brasil mudasse de idéia ou abandonasse seus esforços de segurança", dizia na época John Crimmins. Aqui para assinantes Uol ou folha

Atentado do PT contra Editora Abril fracassa e causa problemas ao trânsito da Capital.

É isso mesmo !!!Uma célula petista a serviço da repressão à livre circulação de idéias e à liberdade de expressão tenta dinamitar a editora ( situada às margens plácidas da Marginal Pinheiros ) que publica, entre outros sucessos de público, a gloriosa revista Veja - pensando bem, a Daslu também se encontra às margens plácidas de algum rio fétido.Não conseguindo seu intento sinistro, passaram rapidamente ao Plano B, que consta de todos os manuais de desinformação esquerdista: a injúria e a calúnia.Por meio de seus cerca de 800 jornalistas - que constam da folha de pagamento da CUT- começaram a divulgar ardilosamente, a idéia de que a cratera aberta na ação subversiva, deveu-se ao planejamento deficiente e à incompetência do governo estadual ( controlador do Metrô, cuja linha 4 ( Luz - Vila Sônia ) está em fase adiantada de sua construção, conforme o prometido pela antiga administração ) .O irônico - aliás, quem conhece a raça sabe que, nem por um segundo, se deve pensar em ironia, mas sim, em algo cuidadosamente planejado - è que esta linha será a primeira de uma série de contratos de PPP's entre o governo estadual e a iniciativa privada, no âmbito do Metropolitano de São Paulo.A despeito do "insucesso" do ataque, os guerrilheiros não se fizeram de rogados. Ao contrário.Lançaram mão do velho subterfúgio stalinista de confundir a opinião pública, e semear a dúvida, a desinformação e o engano proposital. Passaram ao ataque às reputações dos dirigentes ideologicamente opostos, mediante a ironia, o baixo nível e a ridicularização. Já se ouve falar que a cratera resultante do atentado ganhou o nome de "Buraco da Dona Lú" ( aludindo ao trágico Túnel Rebouças, que a sabedoria popular alcunhou de "Buraco da Marta", ex-prefeita de São Paulo, dos quadros do PT )Tudo perfeitamente executado, conforme o aprendido nos manuais da KGB.Aliás, a própria perfeição na execução ( do Plano B ) revela sua origem incontestável, ou seja, na melhor ( pior ?) tradição da famigerada escola soviética de propaganda subversiva e desinformação sub-repetícia. Não acredita veja aqui