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quinta-feira, setembro 2

POLÍCIA FEDERAL DESBARATA NOVO ROMBO NO GOVERNO DE YEDA CRUSIUS DO PSDB

A Polícia Federal divulgou fotos de valores apreendidos em busca realizada na Operação Mercari, que investiga possíveis desvios de recursos da área de marketing com prejuízo ao Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul). A PF prendeu o superintendente de marketing do Banrisul, Walney Fehlberg, um representante da agência SL&M, Gilson Stork, e um diretor da DCS, Armando D’Elia Neto.

Os três foram presos em flagrante por peculato e lavagem de dinheiro porque durante as buscas em residências e empresas a PF apreendeu dinheiro sem origem identificada. Até o momento, foi recolhido um total de cerca de R$ 2 milhões em poder dos três.

A PF cumpriu mandados judiciais de busca e apreensão nas duas agências, no Banrisul e na residência de suspeitos.

PF investiga suposto desvio de dinheiro entre Banrisul e agências de publicidade

A Polícia Federal investiga um esquema de desvio de dinheiro montado dentro do Banrisul (Banco do Estado do Rio Grande do Sul), especificamente na área de marketing do banco. O prejuízo estimado é de mais de R$ 10 milhões no último ano e meio.

Hoje pela manhã, 76 policiais cumpriram 11 mandados de busca e apreensão, sendo dez em Porto Alegre e um em Gravataí, na região metropolitana da capital. A operação foi batizada de Mercari, palavra em latim que, segundo a PF, significa comércio.

Segundo investigações já realizadas conjuntamente pela Polícia Federal, Ministério Público Estadual e Ministério Público de Contas do RS, uma suposta organização criminosa, da qual fazem parte funcionários do bando e diretores de agências de publicidades, superfaturava campanhas de marketing, que eram terceirizadas para outras empresas com preços muito abaixo daqueles pagos pelo banco.

A investigação encontrou indícios de evasão de divisas, ocultação de bens e valores e sonegação fiscal. O Ministério Público de Contas já solicitou ao Tribunal de Contas do Estado que realize uma inspeção no banco.

O banco ainda não se manifestou sobre a operação. Ainda hoje, segundo a assessoria de imprensa da instituição, será divulgada uma nota.

O Banrisul é uma sociedade de economia mista, com participação do governo do Estado do Rio Grande do Su Yeda Crusius do PSDB. Agência Estado

segunda-feira, abril 28

CASA DE YEDA VIRA ASSUNTO NACIONAL! MAS NO RS...

A mídia do centro do país, finalmente, começa a romper o silêncio em torno do escândalo político desencadeado pela Operação Rodin. Dois colunistas comentaram o caso neste final de semana. Lucia Hippolito, da CBN/Globo, publicou um post em seu blog, afirmando que “Yeda está na linha de tiro”. Ela fala do encontro do secretário de Planejamento, Ariosto Culau, com Lair Fesrt (que provocou a queda do secretário na noite de domingo) e sobre as denúncias feitas pelo delegado Luiz Fernando Tubino em torno da casa comprada pela governadora Yeda Crusius (PSDB), no final de 2006:
“O delegado Luiz Fernando Tubino, ex-chefe da Polícia Civil gaúcha, afirmou que Lair Ferst teria dado R$ 400 mil para ajudar a governadora Yeda Crusius a comprar uma casa no bairro Vila Jardim. Segundo o delegado, a Operação Rodin, da PF, teria identificado o cheque. Não apresentou provas, mas a palavra de um ex-chefe da Polícia Civil, pronunciada diante de uma CPI, vale muito”.

O comentário de Hippolito foi publicado também no blog de Ricardo Noblat (O Globo), com o seguinte título: “Chapa esquenta para governadora do Rio Grande do Sul”.

A polêmica em torno da nova casa de Yeda também foi tema de matéria, sábado, na Folha de São Paulo (“Delegado diz que sobra de campanha pagou casa da governadora do RS”). O silêncio em torno do assunto transferiu-se agora para a mídia gaúcha que, até aqui, não quer saber de repercutir a denúncia.

do blog: RS Urgente

segunda-feira, março 31

PROCESSO-BOMBA NA JUSTIÇA FEDERAL CONTRA EX-PRESIDENTE DO PP GAÚCHO, CELSO BERNARDI

Segundo publicação no site Vide Versus, Celso Bernardi, ex-deputado estadual, federal e também ex-presidente do PP do Rio Grande do Sul, está com um grande problema na sua vida pública. Cotado para assumir a presidência do BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul), ou uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, ele se vê às voltas com o processo nº 2006.71.00.051377-0, que tramita na 2ª Vara Federal de Porto Alegre. Ele é réu nesse processo junto com Carlos Dirnei Fogaça Maidana. O processo foi ajuizado no dia 19 de dezembro de 2006 pela Advocacia Geral da União, que cobra a restituição de R$ 253.685,06 (valores históricos) aos cofres do Erário Público. Atua na defesa da União a advogada Sandra de Cássia Viecelli Jardim. Como nasceu o processo? Esse é um processo singular, porque nele um dos réus é o próprio acusador, ou seja, Carlos Dirnei Fogaça Maidana. Quem é ele? Ora, ele é um dos mais antigos membros da estrutura do partido, fundador do PDS (30 anos de filiação), 23 dos quais atuou como assessor de Celso Bernardi. Ou seja, ele é um dos maiores conhecedores das entranhas do partido no Rio Grande do Sul, e também da vida política e pessoal da quase totalidade de seus dirigentes e detentores de mandatos. leia mais »

sexta-feira, janeiro 25

POR QUE YEDA REPUDIOU AO CONVITE FEITO PELA POLÍCIA FEDERAL À PROCURADORA GERAL?

Em meio as investigações da Operação Rondin, que apura as fraudes do Detran-RS. Um convite feito à Procurado Geral do Estado, Eliana Martins, para prestar informações sobre autorização de contratos envolvendo a autarquia, não foi bem recebida no Palácio Piratini. A governador Yeda Crusius reagiu dizendo que a procuradora não pode ser convocada pela Polícia Federal, pois, segundo ela, "isso fere completamente o equilíbrio federativo, pois tem que haver definição de espaço". Ainda em tom de desafio Yeda continuou : "Não me transformem isso numa investigação em cima do governo estadual".
Talvez a Sra. Yeda ainda não se tenha dado conta que as pessoas envolvidas na fraude do Detran eram pessoas de seu governo e foram indicadas e escolhidas por seus aliados políticos e por ela entre eles, Flávio Vaz Netto e Antônio Dorneu Maciel (integrantes do Partido Progressista) envolvidos diretamente na fraude que está sendo investigada pela Polícia Federal. Não vejo por que dona Yeda estar preocupada com a investigação. Há um ditado que diz quem não deve não teme. Por que Yeda teme?