Depois das escolas amargarem todo o primeiro semestre com a falta de professores, com problemas no transporte escolar por falta de repasse de recursos aos municípios, com o atraso da verba de autonomia escolar, a solução “mágica” da governadora é amontoar até 50 estudantes numa sala de aula, sem preocupar-se com as condições necessárias ao ensino e à aprendizagem. A rede pública estadual volta às aulas conhecendo mais um “lançamento” do novo jeito de governar: desta vez é o método de empilhar estudantes em uma mesma sala para não contratar professores.Especialistas em educação já se manifestaram contra essa medida, que atinge estudantes de ensino médio de todo o Rio Grande. Entendem que o excesso de adolescentes em uma sala de aula é prejudicial ao ensino. Na nossa opinião, esse é mais um passo no sucateamento da educação pública, um novo golpe na qualidade de ensino. Com essa medida, a governadora revela que a educação pública não está entre as prioridades da sua gestão, mostrando, mais uma vez, o seu descaso com o povo gaúcho.
Em Dois Irmãos na Escola Affonso Wolf está ocorrendo uma série de protestos por parte dos alunos conscientes do tanto que é prejudicial para a questão pedagógica a medida da Governadora Yeda. A direção e o Conselho Escolar já se reuniram com a coordenadora regional de Educação, para cancelar a “enturmação”. Mesmo com o protesto dos alunos que se concentravam do lado de fora da sala a coordenadora – que deve ter vindo com o discurso do “novo jeito de governar” pronto, não aceitou as reivindicações. Ontem quinta-feira (27), os alunos fizeram mais um protesto, entregaram uma carta para o Prefeito da cidade de Dois Irmãos com as reivindicações e pedidos de apoio contra essa medida. Não posso aqui me furtar sobre o oportunismo de alguns vereadores dessa cidade, esses que apoiaram a Paulista Yeda devem ter a coragem de defendê-la. Lembram durante a campanha para governo do Estado? Quando nós avisávamos sobre quem era a governadora Yeda? O que os vereadores do PP fizeram? Chamaram-nos de xenofobista, nos acusaram de ter pendurado um Colar Maldito em Yeda. A verdade é que estávamos certos. O que não imaginávamos é que esse governo da Yeda e seus aliados PP, PMDB seria tão violento, tão depredatório. Ao mesmo tempo em que Yeda fala que não tem dinheiro para educação ela gasta 14 milhões para a reforma do prédio administrativo. O interessante agora é ver os vereadores do PP fazendo demagogia. Os mesmos que pediram voto para Yeda na campanha querem pousar de "bom moço". Mas essa história de lobo com pele de cordeiro não cola mais. Em breve Dois Irmãos vai saber quem é quem. Aguardem...





Na sessão da CPI dos Pedágios de segunda-feira (24) apareceu mais uma escândalo na Assembléia Legislativa Gaúcha. Segundo gravações que comprometem o parlamentar do PPS Berfran Rosado. A gravação diz respeito a uma conversa entre o conselheiro da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul (Agergs), Guilherme Socias Villela, e a diretora de qualidade da Agência, Denise Zaions. O diálogo evidencia que o relator passou previamente à Denise as perguntas a serem respondidas por ela na CPI. O fato foi revelado pelo deputado Paulo Azeredo (PDT), que tornou publica a cópia da gravação e a transcrição da conversa.

O segundo balanço quadrimestral do andamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), apontou que, desde a primeira avaliação, em maio, o Programa cresceu em volume de recursos, execução financeira e na quantidade de ações monitoradas. Divulgado pelo governo federal nesta quinta-feira, 20, o levantamento mostra que, em abril, o Orçamento Geral da União (OGU) dispunha de R$ 9,5 bilhões para o PAC. Com a aprovação da Lei 11.477/07 (que alterou os dispositivos para a elaboração da Lei de Orçamento Anual), esta dotação orçamentária subiu para R$ 14,7 bilhões, ou seja, uma elevação de 54%. A execução também ganhou velocidade, com um aumento de 249% nos volume de recursos, passando de R$ 1,9 bilhão no final de abril para R$ 6,7 bilhões até 18 de setembro - o que representa 45% do orçamento total.“Há mais de 20 anos não se investia em projetos tão importantes para o País”, afirmou a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, acrescentando que "a iniciativa privada é protagonista do PAC. E este é um processo de equipe, e se conseguimos bons resultados é porque ele é um trabalho de equipe”, declarou a ministra, que fez a apresentação do balanço ao lado dos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão.
