LEGIÃO EBULIÇÃO
Este blog trata entre outras coisas da nossa política cotidiana,e, como qualquer outro veículo, tem posição política sobre os fatos que aborda.
Terça-feira, Outubro 12
Domingo, Outubro 10
Serra mentiu na TV: ele foi reprovado na constituinte com nota 3,75
Serra foi contra o abono de férias (1/3 extra do salário), contra o aviso prévio, contra o salário mínimo real, e contra outros direitos trabalhistas.
Serra mentiu na TV: ele foi reprovado na constituinte com nota 3,75
No programa de TV do segundo turno, José Serra (PSDB), auto-proclamou-se "o melhor deputado da Constituinte de 1988".
Foi uma mentira das grossas.
Ele foi reprovado com nota 3,75 na avaliação do DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar). Lula, que também foi constituinte, tirou nota 10.
Ele votou contra quase todos os direitos de quem trabalha:
- contra a redução da jornada de trabalho para 40 horas;
- contra mais garantias ao trabalhador de estabilidade no emprego;
- negou seu voto pelo direito de greve (isso explica o forma ditatorial e violenta com que ele trata o funcionalismo quando recorre à greve);
- negou seu voto pelo abono de férias de 1/3 do salário;
- negou seu voto pelo aviso prévio proporcional;
- negou seu voto pela estabilidade do dirigente sindical;
- negou seu voto para garantir 30 dias de aviso prévio;
- negou seu voto pela garantia do salário mínimo real;
- votou contra a implantação de Comissão de Fábrica nas indústrias;
- votou contra o monopólio nacional da distribuição do petróleo;
Do Blog Os Amigos do Presidente Lula
Sábado, Outubro 9
Próxima Capa da Revista "óia"
José Serra, o homem santo. Na TV posa de bom moço.Na vida real...Bem, na vida real quem conta é meu coleguinha Cloaca, aqui neste link
Terça-feira, Setembro 28
Dilma venceu o Debate na Record
O compacto acima mostra como foi a participação de Dilma no Debate. Reparem no quanto tem de conteúdo. Nenhum outro candidato chegou perto dela neste quesito.
Tente fazer um compacto com os "melhores momentos" do Serra. Dali não sai nada, ou é ele atacando os adversários ou contrariado com perguntas sobre FHC e sobre apagões na educação e outras áreas de seu governo em São Paulo.
De Marina também não se consegue extrair um compacto com conteúdo. Se espremer fica só a pregação genérica do desenvolvimento sustentável, permeada com críticas udenistas que não correspondem aos fatos, sem conseguir dizer a que veio.
A verdade é que o discurso de Marina desperta desconfiança em todos que votam consciente, porque ela fica em cima do muro, como quando foi perguntada sobre Belo Monte.
Desperta desconfiança quando ela "importa" para o pré-sal os problemas ambientais do golfo do México, causado lá por políticas neoliberais de deixar empresas privadas fazerem tudo por dinheiro. Lá nem foi vazamento em profundidades do pré-sal, e sim em profundidade que a Petrobras já explora há anos, sem qualquer problema.
Desperta desconfiança também quando age de forma oportunista, com o discurso udenista, quando todos sabem que o PV é uma frente partidária com muitos candidatos fisiológicos, aparelhados em prefeituras do DEMos, com Kassab (e já foram aliados de Cesar Maia no Rio quando o DEMo estava no poder), em governos tucanos de São Paulo. Que moral ela tem para criticar o PT, sendo filiada ao PV? E ela sabe como ex-ministra do meio-ambiente que qualquer órgão público ou privado está sujeito a um ou outro mau funcionário desviar sua conduta, e só será descoberto, ou quando uma fraude aparece, ou quando é denunciado antes da fraude aparecer.
Quanto a Marina, fica sempre aquela pergunta: qual é exatamente a posição dela? A gente vai conviver com apagões energéticos por ficar discutindo por décadas um projeto de hidrelétrica? O respeito ao meio-ambiente é fundamental. Ninguém abre mão da boa engenharia que respeita o meio-ambiente neste século XXI, mas quem é responsável por licenças ambientais precisa também aprender a respeitar a ecologia humana, e se empenhar para trabalhar na velocidade que a população pobre do Brasil precisa para sair da pobreza. Que exija as adequações necessárias, mas que não obstrua eternamente.
O discurso da Marina passa a impressão de que a senzala tem que esperar na fila para entrar na classe média, enquanto não se resolve o problema do lixo e da poluição produzidos na casa grande (sobretudo dos países ricos).
Plínio também não rende um bom compacto do debate. Independente de concordar ou não com as idéias dele, não foram passadas com a clareza com que usou no primeiro debate. Plínio conseguiu atacar as políticas dos outros 3 candidatos (e é papel de quem é oposição), mas saiu com a imagem de quem irá desmontar um monte de coisas boas que estão dando certo, como o ProUni, o Reuni, a política de aumento real garantido do salário mínimo; para colocar no lugar algo inatingível a curto prazo: uma suposta política perfeita para um futuro que sabe-se lá quando iria chegar. Por fim, foi desonesto ao sucumbir ao discurso udenista e falso, para exploração eleitoral.
Quando não há um "nocaute" durante o debate, vence quem consegue encaixar mensagens com melhor repercussão nos dias seguintes, e que fixam na cabeça do eleitor.
Ninguém venceu por nocaute (e seria difícil com as regras rígidas, a menos que alguém cometesse algum grande deslize). Mas para o cidadão que se preocupa com emprego, o mais importante foi ouvir Dilma falar dos 14,5 milhões de empregos. Para o estudante que está no ProUni ou quer entrar na universidade, o importante foi ouvir Dilma defendendo o programa. Para quem tem más lembranças do governo FHC, importante foi ver Serra se atrapalhar para defendê-lo. Para quem tem boas lembranças do governo Lula, importante foi ver Dilma defendendo este governo do ataque dos outros.
Por isso que reitero: Dilma conquistou mais votos do eleitor ainda indeciso que viu o debate, porque conversou com o eleitor sobre os problemas dele. Dilma fez um discurso politizado para a nova classe média que emergiu no governo Lula.
Sábado, Setembro 25
Em entrevista ao Jornal "Financial Times" ex-presidente FHC admite Vitória de Dilma
Em entrevista ao jornal britânico "Financial Times", o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso critica a oposição por "mistificar" o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e admite que a candidata oficial, Dilma Rousseff, é a mais provável vencedora das eleições presidenciais do dia 3 de outubro.Leia no BBC Brasil
Sexta-feira, Setembro 24
Quinta-feira, Setembro 23
Vox Populi: Dilma mantém 51% e venceria no 1º turno
A candidata à presidência pelo PT, Dilma Rousseff, lidera a corrida eleitoral com 51% das intenções de voto, segundo pesquisa Vox Populi, divulgada nesta quinta-feira (23) no Jornal da Band. O candidato tucano José Serra atingiu 24% da preferência do eleitorado. Se o pleito fosse hoje, Dilma seria eleita já no primeiro turno. A margem de erro é de 1,8 pontos percentuais.Em terceiro lugar, vem Marina Silva (PV) com 10%. Nenhum dos outros candidatos somou 1% dos votos. Brancos e nulos somam 5% e 9% dos eleitores não sabem ou não quiseram responder.
A pesquisa foi registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 31705/2010, no dia 18 de setembro. O levantamento foi realizado entre os os dias 18 e 21 de setembro e entrevistou 3 mil eleitores.
Veja quem é contra a Liberdade de imprensa e quem persegue jornalistas no vídeo abaixo:
Um grupo de "formadores de opinião" reeditam o movimento CANSEI e lançaram um "Manifesto em Defesa da Democracia", cujo nome deveria ser "Manifesto conclamando ao golpe contra o resultado das urnas".
Em uma democracia, nenhum dos Poderes é soberano.
Soberana é a Constituição, pois é ela quem dá corpo e alma à soberania do povo.
Acima dos barões da imprensa estão as instituições, pilares do regime democrático.
Hoje, no Brasil, os inconformados com a democracia representativa, que não conseguem vencer eleições no voto, se organizam na imprensa e em entidades golpistas para-políticas, para solapar o regime democrático.
É intolerável assistir ao uso de órgãos da imprensa como extensão de um partido político, máquina de violação de sigilos e de agressão a direitos individuais.
É inaceitável que a organização partidária tenha convertido os órgãos da imprensa, empresas concessionárias de radio e TV e do poder econômico em centros de produção de dossiês contra adversários políticos.
É lamentável que governadores demo-tucanos escondam na imprensa que vemos, seus governos que não vemos; no qual as relações de corrupção, compadrio, fisiologia, quando não escandalosamente familiares, arbitram os altos interesses do estado, negando-se a qualquer controle, abafando CPI's e engavetando denúncias.
É inconcebível que uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo golpista hipócrita, que, na certeza da impunidade, já não se preocupa mais nem mesmo em fingir honestidade.
É constrangedor que a oposição e sua imprensa não reconheçam os direitos políticos e constitucionais do cidadão brasileiro, na presidência da República, e conclame a voltar aos tempos da ditadura para censurar e cassar, como no AI-5, a palavra e opinião de lideranças políticas, estejam ou não no exercício de mandatos.
É constrangedor também que a oposição não tenha a compostura de separar sua imprensa do partido, pondo-se a aviltar os seus adversários políticos com linguagem inaceitável, incompatível com o decoro, numa manifestação escancarada de abuso de poder econômico e político e de uso da máquina de concessões públicas de rádio e TV em favor de uma candidatura.
A oposição e sua imprensa não vê no "outro" um adversário que deve ser vencido segundo regras da Democracia, pelo voto popular nas urnas, mas um inimigo que tem de ser eliminado pela vontade do poder econômico das oligarquias políticas e midiáticas.
É aviltante que a oposição e governadores demo-tucanos estimulem e financiem a ação de oligarquias de donos da imprensa golpista que pedem abertamente restrições à liberdade de expressão de blogueiros e à livre concorrência da imprensa alternativa, propondo mecanismos autoritários de submissão de jornalistas unicamente ao controle de patrões barões da mídia, que seguem às determinações de um partido político e de seus interesses.
É repugnante que essa mesma máquina de publicidade demo-tucana tenha sido mobilizada para reescrever a História, procurando desmerecer o trabalho de brasileiros e brasileiras que construíram as bases da economia soberana, livre da intervenção do FMI, rumo a se tornar a 5ª economia do mundo, resgatando a riqueza do pré-sal para os brasileiros, com crescimento que deverá passar de 7% neste ano, que gerou 14 milhões de empregos, que democratizou o crédito, a expansão da classe média e outras transformações que tantos benefícios trouxeram ao nosso povo.
É um insulto à República que o Poder Legislativo seja tratado como refém da imprensa lobista, sob ameaças de chantagens com dossiês e assassinatos de reputações a quem contraria os interesses econômicos e políticos dos barões da imprensa corrupta e lobista.
É um insulto não aceitar a decisão soberana popular, do cidadão votar em quem quiser, conforme sua consciência e suas convicções, para a composição do Senado.
É um escárnio que a imprensa lobista e corrupta se submeta à esquemas de corrupção para fazer lobby para criminosos do colarinho branco se safarem, e exercer pressão nas decisões do Poder Judiciário.
Cumpre-nos, pois, combater essa visão elitista do processo político da imprensa demo-tucana, que quer vencer no golpe, rasgando a Constituição e as leis, negando o poder popular legítimo que emana das urnas, duramente conquistado em campanhas como as Diretas Já, boicotada por setores dessa mesma imprensa demo-tucana.
Propomos uma firme mobilização em favor de sua preservação, repudiando a ação daqueles que hoje usam de subterfúgios para solapá-las. É preciso brecar essa marcha para o golpismo autoritário.
Brasileiros erguem sua voz em defesa da Constituição, das instituições e da legalidade.
Não precisamos de donos da imprensa com pretensões golpistas e que querem ser donos do voto dos eleitores como se leitores e telespectadores fossem um curral eleitoral demo-tucano.
Precisamos de democratas convictos, que respeitem o resultado soberano das urnas e da vontade popular.
Cortina de fumaça ou a guerra continua
Artigo publicado no Sul 21: De onde saíram, na última hora, tantos democratas e por que motivos organizam-se em lados opostos? Claro que a democracia comporta divergências e posicionamentos contrários, mas, para que ela seja efetiva, um rol de requisitos mínimos precisa ser observado por quaisquer que sejam os contendores. O primeiro e mais fundamental deles é o respeito e a aceitação da divergência e dos adversários. O segundo, a explicitação dos objetivos visados.
Dito isto, algumas perguntas se impõe. Por quais motivos esses intelectuais não se assumem publicamente como peessedebistas? Se, como tentam fazer crer os manifestantes, não existem intelectuais democratas no PT, eles não existirão, ao menos, no PV e estes não se mobilizariam em prol da democracia, caso a avaliassem sob ameaça?
Da nominata divulgada de signatários do manifesto dito dos “intelectuais democratas”, apenas três integrantes não são peessedebistas de carteirinha ou não assumidos, a saber: d. Paulo Evaristo Arns, Carlos Velloso e Hélio Bicudo. Este último foi fundador, vice-prefeito e deputado federal petista, antes de romper com o PT. Além dele, também são ex-fundadores do PT e hoje quadros do PSDB os cientistas políticos Leôncio Martins Rodrigues, José Álvaro Moisés e Jose Arthur Gianotti. O primeiro, assessora FHC, o penúltimo, rompeu com o PT para assumir a diretoria de cinema do Ministério da Cultura na gestão FHC e, o último, foi o mentor intelectual da primeira candidatura FHC. Será a alta plumagem tucana que os tornou, enfim, democratas ou trata-se de mais uma das muitas coincidências desta campanha eleitoral? Compõem, ainda, a lista, dentre outros, Celso Lafer e Carlos Gregory, ex-ministros de FHC e, como todos os demais, integrantes do seu círculo íntimo de relações.
Ao que parece, o tucanato acaba de inventar a democracia peessedebista: excludente e oportunista. Não por acaso, a leitura do manifesto ocorreu às portas da Faculdade do Largo do São Francisco, de gloriosa história, ainda que reduto do elitismo quatrocentão paulista.
Há que se perguntar, também, onde estavam estes mesmo “intelectuais democratas” tucanos quando o governo FHC cooptou deputados para compor supermaioria no Congresso, aviltou a Constituição Federal e implantou a reeleição em seu autobenefício? Onde estavam esses mesmos “intelectuais democratas” tucanos quando o governo Lula tentou reavaliar a anistia concedida pela própria ditadura aos torturadores que a serviram e se viu obrigado a recuar a fim de evitar um confronto desastroso com a direita raivosa e golpista? Onde estavam esses mesmos “intelectuais democratas” tucanos durante a mobilização popular pela aprovação da lei da ficha limpa?
Triste sina a da democracia brasileira, se tiver que depender de democratas deste jaez para defendê-la.
A nova cara da Folha de S.Paulo
Recomendo a leitura do artigo de Jorge Furtado sobre a nova cara da Folha de S.Paulo e da antiga imprensa brasileira, publicado em seu blog, no site da Casa de Cinema de Porto Alegre:Não acredito, sem conferir, em absolutamente nada do que diz ou escreve a antiga imprensa (com a possível exceção dos resultados esportivos, e olhe lá). Além de cometer muitos erros, o que é compreensível numa produção diária de notícias, eles mentem sem o mínimo pudor, com bastante frequência, a respeito de quase tudo, quase sempre para beneficiar a candidatura de José Serra, mas isso deve ser coincidência(…).
O senhor Rubnei Quícoli (foto) – preso por receptação e venda de roubo, intimidação de testemunha e ameaça de morte – é a nova cara da antiga imprensa, que o Brasil passa agora a conhecer um pouco melhor (…).
A cara de pau da imprensa serrista não tem limite. Primeiro, entregam suas capas e suas manchetes a um meliante de extensa folha policial para que ele ataque o governo Lula, afirmando, sem qualquer comprovação, que alguém do governo teria pedido 5 milhões para a campanha de Dilma. No dia seguinte, quando todo o país já conhece detalhes das condenações do tal sujeito (receptação de carga roubada, intimidação de testemunha com ameaça de morte, posse de dinheiro falsificado e carro roubado, etc, etc), a imprensa serrista vem com essa: “Como é que um sujeito com esta ficha corrida é recebido para uma reunião com a secretária executiva do ministério?”
Fica combinado o seguinte: qualquer funcionário público, antes de fazer qualquer reunião de 15 minutos com qualquer pessoa, mesmo uma reunião que não dê em absolutamente nada (nenhum financiamento foi concedido aos picaretas), deve pedir a ficha policial e o atestado de bons antecedentes de todos os participantes da reunião.
Já a imprensa pode entregar suas manchetes de capa a qualquer marginal que tenha algo a dizer contra o governo Lula.
LEIA AQUI A ÍNTEGRA DO ARTIGO
Do Blog RS Urgente
José Serra mentiroso, demagogo e sem vergonha
José Serra resolveu tirar proveito da pane ocorrida na terça-feira no metrô de São Paulo. De última hora, o candidato tucano à Presidência resolveu pegar um trem para seguir até a ExpoCenter Norte. No metrô, cumprimentou passageiros e disse, admitindo não ter provas, que a paralisação do dia anterior, que deixou 149 mil pessoas a pé, ocorreu por interesses eleitorais. "É estranho que, na véspera de eleição, acidentes se multipliquem. Não corresponde à média do ano. Não tenho dúvidas de que há interesses eleitorais nisso", ressaltou.Diante das câmeras de TV, o mentiroso José Serra afirmou que via ação política na parada dos trens do metrô (Leia Metrô de SP está saturado, e solução só virá no longo prazo, dizem engenheiros)Serra e Geraldo Alckmin, candidato ao governo paulista, andaram pelas linhas verde e azul em horário em que não havia movimentação.Fora do horário de pico, sem tumulto de passageiros, sem trem superlotados. O horário sem contato com o povão foi escolhido pela assessoria do candidato José Serra, para, passar a impressão nas imagens na TV, de que, tudo com os tucanso funcionam. Até o metrô "Eles têm que pegar é a linha vermelha às 18h30 e não a linha verde, que só passa em bairros ricos", reclamou a vendedora Fernanda Gambini ao jornal Correio Braziliense.
Já no encontro com profissionais da área de saúde,que nada entendem de metrô, Serra aproveitou para criticar a falta de investimento em transportes públicos. Ele citou os metrôs de Belo Horizonte, Fortaleza e Salvador. "Na Presidência, vou organizar as licitações para ter 400km a mais de metrô no Brasil".
Internet é usada para difundir mentiras contra Dilma
Estamos chegando à reta final da campanha. Faltam apenas 11 dias para irmos às urnas e elegermos Dilma Rousseff presidente. As pesquisas continuam mostrando crescimento da nossa candidata e apontam para uma possível vitória no 1º turno.Mas, diante desse cenário de vitória, inúmeras mentiras em relação a Dilma têm sido inventadas e espalhadas na internet. A baixaria mais recente diz respeito a um e-mail que atribui a ela uma falsa declaração. Segundo o e-mail, Dilma teria dito que “nesta eleição, nem mesmo Cristo me tira essa vitória; as pesquisas comprovam o que eu estou dizendo, vou ganhar no primeiro turno”.
Dilma jamais disse isso. E nunca reconheceu uma vitória antecipadamente. Ao contrário, ela tem dito que pesquisa não ganha eleição, que eleição se ganha na urna. No mês de julho, em Curitiba, Dilma deu a seguinte declaração: “Ninguém pode subir no salto alto e sair por aí achando que já ganhou. Até o dia 3 de outubro, muita água vai rolar debaixo da ponte”.
No dia 21 de agosto, em Mauá (SP), Dilma novamente falou: “Eleição a gente não ganha com pesquisa. Eleição a gente ganha respeitando o voto do povo brasileiro. Peço para vocês muita atenção, muito empenho e muita garra, porque de hoje até o dia 3 nós vamos disputar cada voto.”
Outro tipo de e-mail baixaria é aquele que procura fazer campanha negativa contra a Dilma, espalhando mentiras para disseminar o medo entre a população. Como dizer, por exemplo, que o PT é contra a liberdade de culto e a liberdade de imprensa.
Já vimos este filme em outras eleições e, como bem definiu o presidente Lula em 2002, naquele ano “a esperança venceu o medo”. E vai ser assim novamente agora, com a eleição de Dilma presidente.
Em todos os eventos de que tem participado, Dilma demonstra coerência e valores como responsabilidade, compromisso, e principalmente, respeito ao eleitor e aos adversários.
É isso o que tem norteado a campanha de nossa candidata. É inadmissível que queiram vencer as eleições com base em calúnias e difamações.
Não se deixe enganar.
Denuncie a baixaria na internet!
Zé Baixaria vira Zé do Caixão em nova fase da campanha
José Serra (PSDB/SP) mudou de novo sua campanha eleitoral.
Se superou e entrou na fase Zé do Caixão, com filmetes de terror, contra um suposto bicho-papão que ele chama de "PT".
Agora tem muito mais baixaria! Mais trash! E muito mais mentiras!
Deve fazer com que Serra perca mais votos por excesso de baixaria, por falta de civismo, de compostura, e falta de noção de como se portar em uma campanha presidencial.
Deve render mais processos também contra a campanha de Serra, por injuriar um partido político, com falsas acusações.
Mas os filmetes entrarão para história do anedotário político brasileiro como a primeira campanha "trash" no estilo "terror".
Seria melhor se o marqueteiro de Serra contratasse logo de uma vez, para dirigir os filmes, o próprio José Mojica Marins (o verdadeiro Zé do Caixão), e Serra fizesse uma ponta no papel de um Nosferatu lutando contra um bicho-papão estilizado.







