Para entender a cabeça de José Serra, e o que ele pensa sobre os direitos trabalhistas, é só consultar como ele votou sobre estes temas na Constituinte.
Serra foi contra o abono de férias (1/3 extra do salário), contra o aviso prévio, contra o salário mínimo real, e contra outros direitos trabalhistas.
Serra mentiu na TV: ele foi reprovado na constituinte com nota 3,75
No programa de TV do segundo turno, José Serra (PSDB), auto-proclamou-se "o melhor deputado da Constituinte de 1988".
Foi uma mentira das grossas.
Ele foi reprovado com nota 3,75 na avaliação do DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar). Lula, que também foi constituinte, tirou nota 10.
Ele votou contra quase todos os direitos de quem trabalha:
- contra a redução da jornada de trabalho para 40 horas; - contra mais garantias ao trabalhador de estabilidade no emprego; - negou seu voto pelo direito de greve (isso explica o forma ditatorial e violenta com que ele trata o funcionalismo quando recorre à greve); - negou seu voto pelo abono de férias de 1/3 do salário; - negou seu voto pelo aviso prévio proporcional; - negou seu voto pela estabilidade do dirigente sindical; - negou seu voto para garantir 30 dias de aviso prévio; - negou seu voto pela garantia do salário mínimo real; - votou contra a implantação de Comissão de Fábrica nas indústrias; - votou contra o monopólio nacional da distribuição do petróleo;
Um grupo de "formadores de opinião" reeditam o movimento CANSEI e lançaram um "Manifesto em Defesa da Democracia", cujo nome deveria ser "Manifesto conclamando ao golpe contra o resultado das urnas".
Em uma democracia, nenhum dos Poderes é soberano.
Soberana é a Constituição, pois é ela quem dá corpo e alma à soberania do povo.
Acima dos barões da imprensa estão as instituições, pilares do regime democrático.
Hoje, no Brasil, os inconformados com a democracia representativa, que não conseguem vencer eleições no voto, se organizam na imprensa e em entidades golpistas para-políticas, para solapar o regime democrático.
É intolerável assistir ao uso de órgãos da imprensa como extensão de um partido político, máquina de violação de sigilos e de agressão a direitos individuais. É inaceitável que a organização partidária tenha convertido os órgãos da imprensa, empresas concessionárias de radio e TV e do poder econômico em centros de produção de dossiês contra adversários políticos.
É lamentável que governadores demo-tucanos escondam na imprensa que vemos, seus governos que não vemos; no qual as relações de corrupção, compadrio, fisiologia, quando não escandalosamente familiares, arbitram os altos interesses do estado, negando-se a qualquer controle, abafando CPI's e engavetando denúncias.
É inconcebível que uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo golpista hipócrita, que, na certeza da impunidade, já não se preocupa mais nem mesmo em fingir honestidade.
É constrangedor que a oposição e sua imprensa não reconheçam os direitos políticos e constitucionais do cidadão brasileiro, na presidência da República, e conclame a voltar aos tempos da ditadura para censurar e cassar, como no AI-5, a palavra e opinião de lideranças políticas, estejam ou não no exercício de mandatos.
É constrangedor também que a oposição não tenha a compostura de separar sua imprensa do partido, pondo-se a aviltar os seus adversários políticos com linguagem inaceitável, incompatível com o decoro, numa manifestação escancarada de abuso de poder econômico e político e de uso da máquina de concessões públicas de rádio e TV em favor de uma candidatura.
A oposição e sua imprensa não vê no "outro" um adversário que deve ser vencido segundo regras da Democracia, pelo voto popular nas urnas, mas um inimigo que tem de ser eliminado pela vontade do poder econômico das oligarquias políticas e midiáticas.
É aviltante que a oposição e governadores demo-tucanos estimulem e financiem a ação de oligarquias de donos da imprensa golpista que pedem abertamente restrições à liberdade de expressão de blogueiros e à livre concorrência da imprensa alternativa, propondo mecanismos autoritários de submissão de jornalistas unicamente ao controle de patrões barões da mídia, que seguem às determinações de um partido político e de seus interesses.
É repugnante que essa mesma máquina de publicidade demo-tucana tenha sido mobilizada para reescrever a História, procurando desmerecer o trabalho de brasileiros e brasileiras que construíram as bases da economia soberana, livre da intervenção do FMI, rumo a se tornar a 5ª economia do mundo, resgatando a riqueza do pré-sal para os brasileiros, com crescimento que deverá passar de 7% neste ano, que gerou 14 milhões de empregos, que democratizou o crédito, a expansão da classe média e outras transformações que tantos benefícios trouxeram ao nosso povo.
É um insulto à República que o Poder Legislativo seja tratado como refém da imprensa lobista, sob ameaças de chantagens com dossiês e assassinatos de reputações a quem contraria os interesses econômicos e políticos dos barões da imprensa corrupta e lobista.
É um insulto não aceitar a decisão soberana popular, do cidadão votar em quem quiser, conforme sua consciência e suas convicções, para a composição do Senado.
É um escárnio que a imprensa lobista e corrupta se submeta à esquemas de corrupção para fazer lobby para criminosos do colarinho branco se safarem, e exercer pressão nas decisões do Poder Judiciário.
Cumpre-nos, pois, combater essa visão elitista do processo político da imprensa demo-tucana, que quer vencer no golpe, rasgando a Constituição e as leis, negando o poder popular legítimo que emana das urnas, duramente conquistado em campanhas como as Diretas Já, boicotada por setores dessa mesma imprensa demo-tucana.
Propomos uma firme mobilização em favor de sua preservação, repudiando a ação daqueles que hoje usam de subterfúgios para solapá-las. É preciso brecar essa marcha para o golpismo autoritário.
Brasileiros erguem sua voz em defesa da Constituição, das instituições e da legalidade.
Não precisamos de donos da imprensa com pretensões golpistas e que querem ser donos do voto dos eleitores como se leitores e telespectadores fossem um curral eleitoral demo-tucano.
Precisamos de democratas convictos, que respeitem o resultado soberano das urnas e da vontade popular.
Voltou a ganhar destaque na rede internet, apesar dos inúmeros desmetidos, conforme você pode ver aqui na revista IstoÉ, uma suposta fazenda adquirida por um dos filhos do Presidente Lula, o Lulinha. A correspondência tem fotos da "propriedade" e jura que é verdade. No entanto, a imagem arquivada em blogs de oposição e no e-mail, é da Usp/Esalq(Escola de Agricultura Luiz de Queiroz). Não podemos aliviar para os psdbistas. Não tem como ficar em silêncio diante de uma mentira, da falta de caráter e escrúpulos dos políticos do PSDB e do DEM.
Agora, preste atenção nesta foto original: Agência do Banco do Brasil dentro da Esalq de Piracicaba(S.P)
Analise essa foto aqui (e abaixo) . Em blogs e emails, dizem que essa é a fazenda do Lulinha Agora, compare com as fotos abaixo
A VERDADE: A foto é da USP/Esalq de Piracicaba
A universidade enfeitada para o natal
Todas as fotos, tanto da "mansão" como da "fazenda" são do prédio central da USP. (Universidade Estadual de São Paulo)/ ESALQ. (Escola superior de Agricultura Luiz de Queiroz em Piracicaba). A universidade, é administrada por José Serra, recebe verbas dos governos, federal e estadual. Quase 100% dos alunos são da alta sociedade paulistana, aqueles que frequentam as colunas sociais, e filhos de políticos, e ainda, a maior parte dos alunos são ligados a diretórios do PSDB. Você deve estar se perguntando como eu tenho certeza absoluta que as fotos são da Esalq, certo? Para quem quiser conferir, basta acessar o google imagens, digitando, "Esalq".Ou, aqui no site da Esalq.